
Tema de Capa– Correio do Cartaxo:
O mês de julho esteve perto de trazer o Cartaxo para a ribalta das notícias, mas no mau sentido.
E tudo porque um “testemunho” de uma criança de tenra idade, provocou alarme num estabelecimento ATL e por arrasto um jornal online foi na “onda”.
Mais tarde, gerou-se um movimento de Pais a garantir que o estabelecimento em questão, sempre foi de alta confiança e a repudiar tal notícia.
Outro caso, diz respeito a uma “suposta” carga excessiva de cloro, nas piscinas municipais, teria provocado uma hospitalização de outra criança.
Outro jornal fez o maior alarme, sem se aperceber que o incidente foi um caso isolado, dentro de um elevado número de utentes das piscinas municipais do Cartaxo.
Muito se escreve sobre os jornais e jornalistas, mas nada nos defende das notícias das redes sociais e da sua “justiça imediata”.
O presidente do executivo, João Ferreira Heitor teve uma atitude irrepreensível e de imediato, concluiu aquilo que se adivinhava, a indisposições causadas a uma jovem de 25 anos ( com anterior patologia respiratória) e a uma criança, ficaram a dever-se a uma injeção casuística de cloro na água.
João Heitor, disse ao Correio do Cartaxo que, “nunca os valores do cloro estiveram acima do tolerado pelo organismo humano e já deu instruções para que essas correções se façam foram das horas de uso do equipamento.
Em presença de casos únicos, o presidente nem sequer tocou no assunto na reunião do executivo, que se realizou posteriormente.
(fonte: Correio do Cartaxo.pt)
